Quem sou eu?
No mundo de Juárez, eu era o homem que sabia demais. O Tortuga original era um sobrevivente, um estratega que compreendia que a informação é a moeda mais valiosa do deserto. Podem ter-me tirado a cabeça, mas deixaram-me a lenda — e a paciência de uma tartaruga que nunca perde o rasto.
Tal como o meu homónimo, não tenho pressa. Eu observo, analiso e entrego resultados. Só que agora, em vez de lidar com os Salamanca, lido com bits, bytes e automações.